quarta-feira, 3 de agosto de 2016

O pior terrorismo e suas maiores vítimas

“O Ocidente está sob ataque do terrorismo islâmico!”, gritam governos e jornais. Será?

Julho de 2016 foi um dos meses mais sangrentos em relação a atentados terroristas, com quase 1.900 vítimas. Onde? Europa ocidental, Inglaterra, Estados Unidos?

Vejamos:

- 1º de julho, Bahrein, uma mulher e três crianças mortas. Cisjordânia, diretor de uma escola judaica morto. Sua esposa e filhos feridos.

- 2 de julho: o grupo radical islâmico al-Shabaab mata duas meninas com idades entre quatro e cinco e feriu 19 adultos na Somália.

- Bagdá, 3 de julho, pelo menos 325 pessoas mortas e 245 feridas.

- Em 4 de julho, o Estado Islâmico sequestrou e executou 40 civis na província de Aleppo, Síria.

- Em Dallas, cinco policiais mortos e outros sete feridos no dia 7 de julho.

- 9 de julho: pelo menos 36 mortos e 143 feridos em outro ataque em Aleppo.

- 14 de julho, Nice, França, 84 mortos e 308 feridos atropelados por um caminhão.

- Baton Rouge, Louisiana, 17 de julho: 3 policiais mortos e 3 feridos.

- 18 de julho, Almaty, Cazaquistão, 6 pessoas mortas e 8 feridas. Em Würzburg, Alemanha, jovem afegão feriu 5 pessoas, em ataque com machado.

- 26 de julho, homem invade hospital japonês e esfaqueia 44 pessoas, matando 19, quase todos deficientes físicos. Assassinos inspirados no Estado Islâmico degolam um padre e ferem uma mulher em uma igreja na Normandia, França.

É só fazer as contas. As maiores vítimas do terrorismo estão no Oriente. Principalmente, em territórios cujas populações foram, e continuam a ser, violentadas por potências ocidentais.

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