Em
05/04/2019, Rubens Goyatá
Campante, doutor em sociologia política pela Universidade Federal de Minas
Gerais (UFMG) publicou um artigo no jornal O Estado de Minas sobre o livro "A
Tolice da Inteligência Brasileira", do sociólogo Jessé Souza.
Trata-se de uma crítica ao que
Campante chamou de “desconstrução do ideário de Gilberto Freyre e Sérgio
Buarque de Holanda” que teria sido promovida por Souza em sua obra.
Jessé publicou a obra em 2016 e como ela foi tema de algumas pílulas
da mesma época, elas estão aí, abaixo.
A primeira das pílulas
foi A elite e seus masturbadores oficiais.
Depois, veio A tolice de nossas ideias dominantes,
que procura apresentar as críticas de Jessé Souza no sentido de responsabilizar Gilberto
Freyre e Sérgio Buarque de Holanda pela
falsa ideia de que a corrupção é muito brasileira e puramente estatal.
Outra das pílulas é O racismo da inteligência brasileira,
que comenta a denúncia do que o autor chamou de “racismo
culturalista”. Uma concepção que utilizaria justificativas pretensamente
culturais para legitimar a desigualdade entre indivíduos e nações.
Por fim, As bobagens de nossas ideias inteligentes
destaca no livro de Jessé a ideia de que o
Estado é o único lugar onde a corrupção ainda é visível e tem alguma
possibilidade de controle real.
São apenas comentários que podem servir
para introduzir rapidamente o debate, já que o melhor seria ler tanto a própria obra, como o artigo que a contesta.








