quinta-feira, 16 de julho de 2015

A tragédia grega e a heroica resistência de seu povo

Desde o estouro da crise de 2008, a Grécia está no olho do furacão. Não apenas porque sua economia foi afetada de maneira especialmente cruel. Também porque a tradição militante e combativa da esquerda grega é grande.

Desde 2010, foram mais de 30 greves gerais, milhares de manifestações e ocupações, resistência corajosa contra a enorme violência policial.

É esta capacidade que está em jogo, agora, quando tudo indica que as armadilhas institucionais mais uma vez ameaçam domesticar a esquerda que chegou ao governo.

Mas o primeiro capítulo desta história não é a crise econômica de 2008. É a própria montagem da união europeia. Talvez, seja o único caso na história humana em que uma unificação monetária foi feita antes da unificação política.

Os resultados não poderiam ser mais trágicos. E não só para a Grécia. É o que já avaliava a pílula
A Europa corroída por sua moeda, assim como outros textos que, desde 2010, têm a crise grega como preocupação central. Abaixo, alguns deles.

Europa, porcos e sereias
Sexta-Feira 13 na Grécia
As cascatas da mídia sobre a crise
As mentiras sobre vida boa dos gregos
Presente de grego para os gregos
Grécia: quando cachaça é eutanásia
Porque os gregos estão tão putos
Grécia: os riscos da consulta ao povo
Os gregos, cada vez mais putos
Eleições gregas atrapalham, diz ministro alemão
De olho nos ovos dourados da galinha grega
A cigarra grega nas garras das formigas capitalistas
A Grécia como laboratório da extrema-direita
As serpentes no berço do Syriza
Grécia e Alemanha. Quem deve a quem?

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