13 de junho de 2018

Lembrando algumas pílulas da última Copa

Na véspera de mais uma Copa, inevitável lembrar de sua edição anterior. A mais dolorida em toda a história do futebol brasileiro. E não só pelos péssimos resultados em campo.

Seguem, abaixo, algumas pílulas daquele momento.

“A prosa e a poesia do futebol, segundo Pasolini”, é sobre a ideia de Pier Paolo Pasolini de que o “futebol que exprime mais gols é o mais poético”. O cineasta italiano fez esta observação logo após o Brasil se tornar tricampeão, em 1970. Naquela época, sem dúvida, nosso futebol esbanjava poesia.

“Jogando em busca do empate” descreve como membros da tribo dos gahuku-gama, da Nova Guiné, jogam durante vários dias seguidos tantas partidas quantas forem necessárias para que se equilibrem exatamente as perdidas e ganhas por cada equipe. Ou seja, o objetivo é sempre o empate.

“Futebol, veneno e remédio” cita o livro “Veneno Remédio: O Futebol e o Brasil”, de José Miguel Wisnik. Segundo o autor, o futebol é paixão nacional que é “veneno remédio, uma droga inebriante e potencialmente letal que oscila com uma facilidade excessiva entre o a plenitude e o vazio”.

O mesmo livro é comentado em “A geopolítica invertida do futebol”, em que Wisnik discute uma curiosa inversão entre o mundo do futebol e as relações de poder no mundo. Questão que volta a ser discutida em O futebol em meio a duas geopolíticas”.

“Entre a sujeira da Fifa e um juiz muito suspeito” e “Sobre a vitória alemã, a vergonha e as suspeitas” traz trechos e revelações do livro “Futebol ao sol e à sombra”, de Eduardo Galeano.

Leia também: O futebol entre o tribalismo e o nacionalismo

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